A gente vem numa sucessão de estelionatos!

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Uma verdade é incontestável: estamos cada dia mais exigentes com as gestões e intolerantes com as mentiras, com os estelionatos montados com o próprio mau uso do recurso público. Não é que tenhamos ainda despertado para a vida completamente, mas é o excesso que choca. É o abuso!

 Em 2014 tivemos a vitória fraudulenta de Dilma Rousseff. Mais de um bilhão de reais gasto para manipular todos os setores. Sem contar no uso de empresas públicas como Correios, além da velha Petrobrás que custeou muito da safadeza toda.

Em 2016 vivemos outro grande estelionato aqui em Serra Talhada. Luciano Duque venceu as eleições com extremo uso da máquina, com uma grande encenação que enganou milhares de pessoas. Assim como Dilma, sua então colega, o prefeito preparou uma grande e atrapalhada peça teatral. No enredo dizer o que fez sem ter feito, prometer como sem falta o que faltou como sem dúvida, colocou pedra e areia dando a entender que calçaria tal rua, mas mandou recolher depois de alcançado o intento.

Mas ainda pior que a encenação feita com o uso de muito dinheiro público destinado a ações equivocadas, tem sido a gestão do prefeito no seu segundo mandato. É pífia, consegue ser pior que o primeiro mandato. O gestor usurpou os recursos federais e estaduais e não presta constas adequadamente do que faz com a arrecadação milionária. Duque promoveu um estelionato e já está embrulhando outra para empurrar goela abaixo nas próximas eleições.

Bem, como vivemos de estelionato em estelionato eleitoral, no ano passado fechamos a tampa do caixão com a reeleições de Paulo Câmara. De bom cobrador de impostos, de pseudo com governante, descobrimos um governando que privilegia os seus padrinhos e os apadrinhados. O setor estratégico da saúde do estado está praticamente privatizado por meio das Organizações Sociais, possivelmente agraciando a ex-primeira dama e seus familiares.

Descobrimos que a gestão de Paulo não tem nada de fantástica. Desabastecimento na farmácia do estado, atrasos e mais atrasos em obras, dívida bilionária com fornecedores, endividamento do estado, o que o incapacita de contrair novos empréstimos, enfim, aquilo que já tínhamos visto com Dilma e Duque.

Seguramente não será fácil impedir que outro estelionato ocorra, uma vez que o uso de dinheiro público para sucintamente comprar votos, causa um êxtase, que faz o cidadão esquecer da coletividade e não enxergar que aquele benefício é passageiro e no fim custa muito a sociedade, mas ainda assim vamos manter nossas vozes na tentativa de conscientizar o cidadão a dizer não ao político mau caráter, a quem já mostrou que nunca teve compromisso com as boas práticas, com a ética, nem com a eficiência.

 

Maciel Rodrigues

Jornalista SRTE-PE 5598  

Radialista DRT 2671

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