A Petrobras é nossa?

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Depois da pressão exercida pela classe dos caminhoneiros, o governo federal estuda subsidiar também o preço da gasolina, imaginem. O governo alegou que para dar 46 centavos de desconto no diesel, para contemplar o que pedia os grevistas, vai ter que tirar ainda mais de áreas estratégicas, como saúde.

Se isso foi preciso, de onde vai ser tirado para baratear a gasolina e assim acenar para a população justamente em ano de eleição? Dá para tirar mais de saúde e educação? O governo que alegava ter um compromisso com austeridade, agora se assemelha com os governos de Dilma e Lula que arrumaram um jeitinho nada sustentável de baratear as coisas, lá atrás era o IPI sobre automóveis e linha branca, depois os preços disparam e a pirotecnia feita pelo governo só ampliou as crises que vieram na sequencia.

É preciso cortar das mordomias, não de áreas importantes e imprescindíveis, como as já citadas. Precisamos rever o salário de deputados e senadores, as regalias com combustíveis e auxilio isso ou aquilo, é aí nesse tipo de investimento que o dinheiro público literalmente vai pelo ralo.

Estamos judiados demais com a gasolina a quase 4 reais, mas estamos atentos a manobras puramente eleitoreiras com o intuito de nos anestesiar para o dia 3 de outubro e depois nos arrebentar, como aconteceu com a energia elétrica, quem não lembra o que a ex-presidente Dilma disse durante sua campanha, de que não mexeria com os direitos do cidadão nem que a vaca tossisse. Pobre vaquinha pegou pneumonia. Nosso salário encolheu e os sonhos que tínhamos é que foram parar no brejo.

Não somos especialistas, mas aprimorar a política de preços sem que traga prejuízos para a Petrobrás, é necessário. Quem sabe remarcação de preços a cada dia 30, como já estuda o governo. Não queremos que haja prejuízos, mas pode sim rever a margem de lucro, isso em prol do povo que está dolorido com todo esse cenário que o penaliza.

O presidente Temer não tem qualquer condição de ser candidato, inclusive já jogou a tolha e lançou outro Chuchu para se emparelhar a Alkmin, o ministro da economia Henrique Meireles. Para melhorar as condições do seu candidato pode querer patrocinar situações absurdas, coisas estranhas como vimos nos governos petistas, e isso já vimos não dar certo e nos causa muitos transtornos econômicos.

Queremos uma gasolina mais barata, queremos também uma gasolina melhor, com menos álcool e outros aditivos.

Pouco a pouco as pessoas estão raciocinando e chegando a conclusão de que privatizar poder ser a única saída para que o setor funcione, gere concorrência e consequentemente aspectos vantajosos para o consumidor final, que sofre nesse modelo atual monopolizado pela Petrobrás.

Que achem um caminho, preferencialmente subsidiando, se for o caso, com dinheiro hoje atirado fora com serviços que não são essenciais ou com regalias que afrontam o povo brasileiro, jamais tirando de onde já se critica a qualidade, como são os casos de saúde e educação.

Não venham com show, com pirotecnia made in china, pois a gente quer é solução, não mais dor de cabeça.

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