Assalto e sequestro a caminhoneiros em Serra Talhada já passaram da conta!

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Os ataques sistemáticos de uma quadrilha a caminhoneiros em Serra Talhada, visando o roubo dos pneus desses veículos, já está expondo a incapacidade de nossas polícias, Civil, Militar e especial Rodoviária Federal de frear, de identificar e punir aqueles que praticaram o roubo ou quem recepta esse material.

Na madrugada dessa terça-feira mais um caminhoneiro foi feito refém, levado para uma estrada de terra e ficou dentro da cabine enquanto o bando retrava 35 pneus do veiculo. Há exatos 6 dias outro motorista sofreu sequestro relâmpago e a maior parte da carga de pneus que transportava foi levada pelos marginais.

O pior é que depois de agirem parece que esses marginais viram fumaça. Essa já é uma novela antiga. Os motoristas são abordados em pátios de posto de combustíveis, levado para dentro da caatinga mantido sobre forte violência psicológica e física e tem todos os pneus de seu caminhão levados pelo bando.

Não se tem uma prisão, nenhuma parte da carga recuperada e esse panorama sem dúvidas deixa esses bandidos muito confortáveis para planejarem novas investidas com intervalo de tempo muito pequeno. A ousadia é dimensional a ineficiência e a falta de resultados, de respostas a estas investidas.

Onde vão parar esses pneus? São revendidos longe daqui ou estão estocados em um ou mais locais? Os roubos são aleatórios ou planejados? E seus frutos já tem destinos certos? Que mercado é esse que absorve tantos pneus num intervalo de 6 dias? E estamos falando de pneus caros, como de tratores, roubados no assalto anterior realizado no dia 14 desse mês.

A sucessão de assalto já está expondo negativamente as nossas forças policiais que não conseguem responder a altura. Nenhuma prisão, nem apreensão de mercadorias oriundas desses roubos.

Ficamos constrangidos em noticiar, semanas e mais semanas a fio, a ação desses bandos marginais e não comunicar dias depois nenhuma resposta satisfatória. Com esse clima que deixou de ser eventual, motoristas podem pensar duas vezes antes de escolherem o pátio de um posto de combustíveis para dormir, antes de seguirem viagem.

A falta de punições é o combustível que alimenta esse esquema. A reincidência é um tapa na cara da polícia.

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