Criança precisa de leite especial para sobreviver

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A pequena Carnaibana Maria Eloá Rodrigues Morato, que está prestes a completar 07 meses de vida, precisa da sua ajuda. Ela é portadora da sequência de Pierre Robin [também conhecida por muitos como Síndrome de Pierre Robin], doença rara, que se apresenta através de anomalias na face, que podem ser percebidas na mandíbula que fica diminuída, na queda da língua (para o interior da garganta), na obstrução das vias do pulmão e fenda do céu da boca (palato). Não existe uma cura.

A batalha de Eloá

Logo que a pequena Eloá nasceu, começou a introdução [por sonda] do leite Nestogeno, mas apresentou ela apresentou forte diarreia. Em seguida foi mudado para o leite Aptamil, mas também foi rejeitado pelo sistema, e diarreia continuou, desta vez apresentando vômitos e desconforto abdominal. Eloá perdeu bastante peso por conta disso.

Em uma das consultas com a equipe do diagnóstico no IMIP — Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira — em Recife, Eloá foi encaminhada para a pediatra, que suspeitou de uma alergia a proteína do leite (APLV). A profissional recomendou o Passando o uso do leite PREGOMIN, porém este também não foi aceito pelo organismo da menina. Continuaram a diarreia, desta vez com sangue.

Outra vez o leite foi mudado, agora para o SUPRE SOY, que também foi rejeitado, e manteve os mesmos sintomas de quando os anteriores foram administrados.

Não havendo melhora, foi introduzido o leite NAN 0 LACTOSE, foi quando a diarreia passou, porém, o vômito e o desconforto, continuaram.

Em consulta com o profissional gastroenterologista, foi constado que Eloá tinha perdido bastante peso e estava desnutrida. Foi aí então que ela foi internada no hospital do IMIP. Foi nesse internamento em que ficou confirmado que a menina é alérgica a proteína do leite.

Ela segue internada no IMIP fazendo o uso de um leite chamado NEOCATE, apropriado para quem tem esse tipo de alergia.

Sua ajuda

Os pais de Eloá estão pedindo a sua ajuda para que ela possa receber alta e voltar para casa, em Carnaíba no Pajeú, Sertão pernambucano. É que no IMIP ela está recebendo o leite gratuitamente, e vai precisar continuar tomando quando voltar para casa, porém os país não têm condições de comprar, pelo menos, as 10 latas do NEOCATE, para estoque [para poder deixar o hospital]. Cada lata de 400g custa desse leite custa entre R$ 212,00 e R$ 258,00.

Segundo a família, foi pedido a ajuda da prefeitura da cidade de Carnaíba, mas a previsão é que demore a chegar. Enquanto não conseguir as 10 latas de leite, Eloá continuará internada, correndo o risco de pegar alguma infecção hospitalar.

Quem puder e quiser ajudar com alguma quantia, procurar o pai, Deci da Oficina [em Carnaíba, as margens da PE-320], ou depositar qualquer quantia na conta da mãe, Tatiane Morato:

Agência: 1433

Operação: 013

Conta: 00036319-6

Caixa Econômica Federal

Nome: Tatiane Maria Morato

Toda ajuda é bem-vinda!

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