Ex-secretário acredita em rateio de milhões do Fundef com professores

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O professor Carlos Antônio, ex-secretário de Educação de Serra Talhada, disse acreditar que, embora não esteja explicita a recomendação de rateio dos valores corridos do Fundef para reparar as perdas de professores entre 1999 e 2005 na decisão do STF, a lei do antigo Fundef (atual Fundeb) já estabelece os percentuais:

Quando esse dinheiro chegava naquela época como Fundef e quando chega hoje como Fundeb, ele tem uma proporcionalidade regulada pela lei, que é no máximo 40% para manutenção na estrutura de suporte a educação e no mínimo 60% para o custeio do professor, eu falo no mínimo porque pode ser no máximo 100% depende do entendimento e compromisso da gestão tendo a educação como prioridade”, disse o professor em entrevista ao programa de rádio O XIS DA QUESTÃO da Rádio Líder do Vale FM nesta quarta-feira (21).

Ele também defendeu critério no uso desse dinheiro: “Essa história de vamos usar esse dinheiro para salvar a educação de Serra Talhada, não pode ser encarada dessa forma porque esse é um recurso extraordinário, um recurso que não estava previsto quando foi feito o plano plurianual, a política que ia ser direcionada para educação por parte da gestão no horizonte 4 anos”.

Assista o programa O XIS DA QUESTÃO desta quarta-feira (21) e confira a entrevista na íntegra, assim com outros assuntos discutidos nesta edição.

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