Paulo Guedes “tocou o terror” nos deputados incoerentes

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Quem tirou um pouco do tempo para acompanhar a audiência pública realizada ontem na Câmara dos Deputados em Brasília, com a presença do ministro da economia Paulo Guedes, pode ver como estamos maus representados naquela casa. Discursos populistas, falas fáceis, má vontade, despreparo e descompromisso com a pauta que interessa de fato a nação.

O que assistimos ali foi uma tentativa de desestabilizar um ministro que não deixa margens para dúvidas da sua competência. Guedes, quando provocada enquadrou petistas da laia de Paulo Pimenta, Maria do Rosário e Glisi Hofman: “O partido de vocês ficou quatro mandatos no poder e vocês não mudaram nada. O rombo na Previdência não é de hoje e vocês não tiveram coragem”, disse Guedes, lembrando aos esquecidos que tiveram todas as chances de fazer uma reforma e não fizeram.

Cobrado pelos petistas porque não corta aposentadoria dos militares, o ministro devolveu a pergunta:  “Por que vocês não cortam? Vocês são o poder. Têm medo de fazer isso?”, desafiou o ministro da Economia.

Paulo Guedes trouxe a “deputaiada” para o centro da conversa. Deputados imprestáveis como Alexandre Molon, ex-rede, agora PSB do Rio de Janeiro, fez um discurso político, com falas fáceis e óbvia tentativa de jogar o ministro contra a opinião pública. Guedes não deixou de dizer que o discurso era bonito, mas político, logo desconectado de fatos, da razão e das necessidades de se fazer uma reforma.

Bancadas do PT e Psol mostraram que estão naquela casa para confundir o cidadão desinformado que lhe confiou o voto. Inversão de valores, conteúdos fora de contexto, enfim, eles escolheram o caos, só que, como estão numa contramão absurda da razão, foram o tempo todo atropelado pelo ministro Paulo Guedes. Foi uma surra em público, para quem quisesse ver. A gota d’água foi ver o filho de Zé Dirceu, Zeca Dirceu do PT do Paraná, usar vocábulos não condizentes com o decoro parlamentar e ofender o ministro, que revidou. Zeca, assim como o pai, também é investigado.

Resumindo, é provável que apesar dos pesares e das razoáveis mudanças que o Congresso promova no texto enviado pelo governo, a Reforma da Previdência seja aprovada, isso contra a vontade de uma minoria que prefere a baderna, a confusão e o caos. Pela audiência de ontem, ficou evidente que o PT voltou a ser ele mesmo. Conta constituinte, contra plano Real. O PT é contra o governo, em que pese que ser contra o governo a qualquer preço seja ser também contra os interesses da população brasileira.

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