Precisamos de um governo que una as pessoas, não um que distancie!

0
97

Se abrirmos as redes sociais constataremos que há uma enorme divisão entre os eleitores. O modo como todo esse processo foi conduzido, muitas vezes instigado o ódio, a opressão, percebemos que a discussão sobre propostas, capacidades ou coisas do gênero não está acontecendo. As defesas são muitas, mas os argumentos frágeis, incompreensíveis, na maioria das vezes.

Não assistimos uma defesa do Brasil, mas a defesa da sua ideologia, do seu partido, ou de criminosos travestidos de heróis. Sobre como gostaria um novo governo, pouca coisa é debatida. A referencia é quase sempre o que já foi, e cá pra nós, o que já passamos não tem nada de novo ou de fantástico.

A massa simpatizante age aqui em baixo de acordo com o que acontece lá em cima. Se há muito permissividade para praticantes de crimes, cá em baixo a massa interpreta que se é para um vale tudo que caminhamos, que nãos e penalize aquele que é um ladrão conhecido, mas que tem um legado de ter botado a maquina moer alguma coisa para os que sempre foram esquecidos.

O combustível que tem alimentado essa discórdia vem desde movimentos irresponsáveis dessas lideranças políticas, até a medidas questionáveis de autoridades legais que usurparam a lei para beneficiar A ou B.

Toda essa permissividade colabora para o acaloramento do debate desarrazoado. Pessoas justificando o injustificável, promovendo a indiferença e a intolerância e sem o bom senso, a lógica e a boa fé.

O País vive um apartheid ideológico. Sem qualquer compromisso com os fatos e com o resultado de uma defesa sem razão, são promovidos diariamente embates que não vão nos levar a outro patamar. Temos a impressão que perdemos de vez o rumo.

É preocupante essa situação. É provável que a s cenas de enfrentamentos, de violência, de intolerância seja o resultado sociológico dos últimos governos que construíram essa maneira de enxergar os fatos.

Passadas estas eleições, esperamos que as próximas administrações se atenham ao País, ao interesse da nossa soberania e não a construção de um exército de ignorantes. Um governo realmente preocupado em gradativamente construir de maneira sólida um País melhor para todos. Se jogar pobres contra ricos, negros contra brancos e Gays contra heterossexuais.

Precisamos corrigir, se for possível em curto espaço de tempo, essas distorções e juntar todas as etnias num único e claro propósito: o de construir um País sustentável, prospero e justo para todos.

 

Maciel Rodrigues

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Please enter your comment!
Please enter your name here