Um País dividido

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As manifestações realizadas no fim de semana contra e a favor de Jair Bolsonaro mostram que há uma divisão na sociedade. Existem cidadãos ainda dispostos a acreditar outra vez no PT, quem sabe acredite que os crimes foram das pessoas e não dos partidos. Imagine que será diferente desta vez, já que temos outro Brasil depois das investigações da lava-jato.

Do outro lado tem aqueles que cansaram e que aposta num novo modelo, quem sabe mais enérgico, mais duro e focado nas coisas mais emergenciais: evitar o desperdício e focar em segurança pública, saúde e educação, o velho tripé de promessas feitas em cada novo pleito eleitoral.

Um representa o extremismo esquerda e a assombração de um regime como o de republiquetas como Venezuela e Cuba, aqui. Com suas utopias, inversão de valores e tudo mais que assistimos todos os dias nos países já citados. Com êxodo de cidadãos para outras regiões, tentando livrar-se da perseguição e da fome. Do outro o candidato que representa os generais, pelo menos para alguns assim é visto Jair Bolsonaro. Alguém que vai tolher os direitos, reprimir minorias e tocar com braço forte o nosso País.

Deixando os excessos de lado o que de fato existe e o que se pode esperar do governo que vai administrar a nação a partir de janeiro de 2019? Qual dos dois prováveis adversários de um segundo turno reúne condição de nos levar para uma outra condição?

Esta semana deveremos ver outras manifestações contrárias e favoráveis aos dois candidatos. Será uma semana decisiva, pois a chance de fatura liquidada agora no primeiro turno não foi totalmente descartada. Quem sabe seja nessa semana que os votos decisivos tomem um rumo. Ou aceitem uma espécie de continuidade do que vivemos nos últimos anos no Brasil ou aposte em um modelo teoricamente novo, mas incerto. O certo é que as manifestações mostraram um Pais dividido.

Não se pode dizer que essa rachadura será colada facilmente, seja quem for o próximo presidente da república. É preciso muito mais que uma campanha, discursos ou coisas do gênero para reaproximar esses brasileiros que estão separados. É preciso um governo que não segregue. Um governo que trate com equidade. Que não faça distinção!

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